Empório Pernambucano Empório Pernambucano
Paisagem do interior de Pernambuco

Plataforma de cultura alimentar, memória e território

O Pernambuco que nasce do olhar dos pernambucanos

O Empório Pernambucano entra em nova fase como uma casa de pesquisa, memória e cultura alimentar: um projeto dedicado a reconhecer Pernambuco a partir das mãos que plantam, pescam, cozinham, bordam, moldam, vendem, ensinam e mantêm vivo o sentido de pertencimento.

Para quem tem fome de Pernambuco
PesquisaTerritórios e saberes vivos
RegistroFoto, vídeo e escuta
MemóriaAcervo de dez anos de estrada
DevolutivaEscolas, comunidades, editais

O novo Empório Pernambucano é uma plataforma de cultura alimentar, memória e território, criada para registrar, interpretar e devolver valor aos saberes vivos de Pernambuco.

A plataforma

A comida continua no centro — mas como linguagem, não como mercadoria

O queijo, o mel, o leite, a fava, o marisco, o milho, os doces e o artesanato aparecem como caminhos para falar de gente, trabalho, memória, paisagem, técnica, pertencimento e modo de vida. O trabalho se organiza em cinco eixos:

Eixo 01

Acervo vivo

Fotos, vídeos, reportagens, viagens e encontros de uma década deixam de ser lembrança dispersa e viram base de narrativa: site, exposições, cadernos, documentários e editais.

Eixo 02

Pesquisa cultural e territorial

Investigar Pernambuco a partir dos seus territórios: sertão, zona rural, mangue, cidade, rios, feiras, quintais, comunidades, produtores e artesãos.

Eixo 03

Cultura alimentar como linguagem

O alimento como documento cultural: revela modos de produção, relações familiares, economia local, memória oral, saberes tradicionais e transformações do território.

Eixo 04

Educação e devolutiva

Diálogo com escolas, universidades, formações, projetos sociais e instituições culturais. Não é só mostrar Pernambuco: é criar material que circula, forma, sensibiliza e retorna às comunidades.

Eixo 05

Projetos autorais

Investigações de fôlego com fio narrativo próprio, formatadas para editais e parcerias — a começar pela Jornada da Água em Pernambuco.

Projeto autoral em captação

Jornada da Água: o Capibaribe como rio-memória

Do Agreste ao coração do Recife, o Capibaribe atravessa cidades, feiras, quintais, manguezais e histórias de vida. A Jornada da Água usa o rio como fio narrativo para falar de água, cidade, natureza, memória, infância, trabalho, alimentação e pertencimento.

ÁguaTrabalhoInfânciaAlimentaçãoCidade e naturezaPertencimento
Ver o projeto completo
Laysa e a filha Maria Anita a caminho da Ilha de Deus, pelo rio no Recife
Diário do Território

Páginas que nascem da estrada

Cada lugar visitado, cada saber encontrado, vira uma página: lugar, clima, paisagem, gente, técnica e memória. O diário cresce a cada expedição.

Acervo vivo

Uma década de estrada, gente e território

Produtores, queijarias, feiras, expedições e a paisagem que sustenta tudo. Este acervo é a matéria-prima da plataforma.

Laysa em traje de cultura popular diante da bandeira de Pernambuco
Identidade pernambucana
Produtores do Mel do Sítio no Apiário São José
Apiário São José · quem faz o mel
Casal produtor com jaca, agroecologia urbana da Maga Rosa
Maga Rosa · agroecologia na cidade
Cliente saboreando bolo de rolo
A comida como memória
Laysa entre as prateleiras de queijos de manteiga em Pombos
Cadeia viva do leite
Placa de beira de estrada: vende-se leite e queijo
Economia do cotidiano, no interior
Artesão com bonecos esculpidos em coco
Saberes das mãos
Marisqueira catando marisco na Ilha de Deus
Ilha de Deus · a mariscagem
Cliente apresentando espigas de milho verde
O milho e suas mãos
Fachada histórica em Pombos com portas antigas e gaiolas
Pombos · patrimônio ferroviário
Laysa segurando a placa em homenagem ao centenário de Paulo Freire, na loja do Empório
Educação e devolutiva

Comer também é um ato de leitura do mundo

Em setembro de 2021, no centenário de Paulo Freire, o Empório homenageou o "vizinho ilustre" de Casa Forte com uma placa e uma roda de diálogo. A frase escolhida resume o que a plataforma persegue até hoje: um sujeito que amou profundamente o mundo e as pessoas, os bichos, as árvores, as águas, a vida.

"Uma chama não perde nada ao acender outra."
A memória cresce quando circula sem perder sua origem

É esse espírito que orienta o eixo de educação: criar material que circula, forma, sensibiliza e retorna às comunidades — em escolas, universidades e projetos sociais.

Nossa raiz

Dez anos de estrada sustentam este olhar

O Empório nasceu em 2015, de Laysa e Igor, vendendo queijo de coalho de Sanharó de porta em porta em Dois Irmãos, no Recife — um isopor nas costas, beco, viela, conversa. Virou lojinha itinerante no Espinheiro, depois loja em Casa Forte, sempre conectando produtores do interior a consumidores conscientes.

Nesses anos, o Empório visitou queijarias na fronteira do Sertão, contou histórias de Seu Romildo e Dona Gertrudes, celebrou o centenário de Paulo Freire com roda de diálogo embaixo da mangueira e aprendeu que sua verdadeira matéria-prima sempre foi a ligação entre comida, memória e território.

É esse acervo de relações, imagens e saberes que agora se transforma em plataforma cultural.

Conheça a nossa história →
Laysa na loja itinerante do Empório com os produtos do interior

Parcerias

Para editais, escolas, instituições e territórios

O Empório busca parcerias para pesquisa, registro audiovisual, ações educativas, rodas de conversa, vivências, mapeamentos e devolutivas comunitárias.

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