Pombos guarda, nas suas fachadas antigas e na antiga estação, a memória de quando o trem organizava a vida do interior. Hoje, é também um ponto de produção de queijo que abastece mesas de Pernambuco inteiro.
A cidade e seus trilhos
O casario histórico de Pombos conta a história da ferrovia que ligava a Mata ao Agreste e ao Recife. Portas de madeira gastas pelo tempo, gaiolas nas paredes, a antiga estação com o nome da cidade ainda legível — é uma paisagem urbana que resistiu.
O queijo, de perto
Em Pombos, o Empório visitou três produtores para acompanhar a cadeia do leite — da ordenha à cura. Numa das queijarias, conhecemos o processo por dentro: as prateleiras de queijo de manteiga em maturação, o trabalho de quem faz, os detalhes que separam um queijo comum de um queijo com nome e origem.
Por que Pombos entra no Diário
Visitar Pombos é acompanhar, num só lugar, a memória do território (a ferrovia) e a cultura alimentar viva (o queijo). É o tipo de lugar onde a plataforma do Empório encontra seus dois eixos — passado e presente, patrimônio e produção — lado a lado.
O que ainda queremos registrar
- As histórias dos três produtores visitados, com nome e trajetória;
- O processo completo da queijaria, da ordenha à mesa;
- A memória ferroviária contada por quem viveu o tempo do trem;
- As receitas e usos do queijo de Pombos na cozinha da região.